Desde o dia 01 de novembro, está em funcionamento no Japão um programa de incentivo à adoção da energia solar pelo setor privado. Por meio dele, o excedente de eletricidade produzido por painéis de energia solar será vendido a um preço estabelecido pelo governo, quase o dobro dos valores atuais.
Com isso, o governo do primeiro ministro Yukio Hatoyama visa adequar o país à meta de reduzir em 25% a taxa de emissão de gases de efeito estufa, até 2020, tendo como referência os níveis de 1990.
Segundo o programa, as companhias de energia elétrica são obrigadas a pagar 48 ienes pelo excedente de kilowatt-hora gerado por residências, e 24 ienes pelo excedente de kilowatt-hora produzido por organizações diversas, como escolas, hospitais e empresas.